31 Dezembro 2019
Vai e volta. Assim é a moda que se revela cíclica. Aquilo que usámos ontem, pode ser impensável vestir amanhã. A SIC Mulher perguntou a Jorge Corrula, Carolina Patrocínio, Mariama Barbosa, Júlia Pinheiro, Ricardo Carriço e Mariama Barbosa quais foram as peças de roupa que não recuperariam do armário.
Carolina Patrocínio
"Foi mesmo nos anos 90. Na adolescência lembro-me que quanto mais baixas fossem as calças ao nível de cintura, melhor. A boca de sino e a pata de elefante voltaram, mas de de cintura não. Subiram cada vez mais e de facto não fazia sentido porque não ficávamos com boa figura. Mais baixinhas e a perna mais curta, portanto não faz qualquer lógica. Espero que essa moda não volte".
Jorge Corrula
"Houve uma fase da minha vida que só vestia camisas aos quadrados porque era o que se usava nos anos 90. Era um pouco a versão 'beto', sem querer entrar muito naquele estereótipo, mas era um pouco isso. Eram essas camisas, calças de ganga e sapatos de vela, que, sem exagero, tinha 5 pares iguais consecutivamente. Era uma falta de criatividade e imaginação", ri-se ao recordar.
Júlia Pinheiro
"Tenho fotografias dos anos 80 com uns vestidos medonhos e uns cetins que não lembram ao menino Jesus. Há uma fase também que se usa muito sedas selvagens, no início dos anos anos 90, que é quando se descobre que há tecidos na Tailândia muito baratos e toda a gente vestia aquilo. Vestíamos basicamente os cortinados e as almofadas lá de casa".
Mariama Barbosa
"Uma vez, quando era muito nova, mandei fazer uns vestidos na Guiné. Tinha uns 17 anos era um vestinho muito curto de alças. Foi um disparate", diz. O pai não a deixou sair de casa.
Ricardo Carriço
"Anos 70. Uns sapatos com tacão, um pouco mais alto, e que tinha uma mutação de cores. Era incapaz de voltar a usar isso. Mas tenho lá em casa um casaco de granjas guardado e um dia sou capaz de voltar a usar" admite o ator que tem peças de que ainda não se fesfez dado o seu simbolismo.