05 Abril 2019
Rita Guerra
Rita Guerra esteve esta semana à conversa com Júlia Pinheiro e lembrou alguns dos episódios mais traumáticos da sua vida. Começou a namorar aos 13 anos, casou-se ainda adolescente, foi vítima de violência doméstica e ainda passou pelo drama de ver a mãe e o irmão a morrerem de cancro. Um percurso que não tem sido fácil, mas agora, ao lado do noivo, André Bergano, a artista diz ter encontrado a paz.
“Cresci nos Açores. O meu pai era militar. Aos 13 anos comecei a namorar e, mais tarde, casei-me”, começa por dizer, antes de recordar, emocionada, o pesadelo em que viveu: “O meu marido disse-me: ‘A partir de hoje sou eu, a minha mãe, o meu pai e, só a seguir, os teus pais’ Pensei: ‘Já fui!' (…) Sofri agressões e fiquei presa em casa, fechada à chave”.
O casamento chegou ao fim, mas a vida de Rita Guerra nem por isso melhorou muito. Perdeu a mãe, vítima de cancro, e, em 2003, o irmão, da mesma doença, precisamente na altura em que representava Portugal na Eurovisão.
Depois de outras relações que não vingaram, a artista vive agora uma fase estável ao lado do realizador André Bergano, com quem planeia casar-se em breve. “Em princípio, há casamento. Estamos à espera da altura certa e apetece-me casar”, contou a Júlia Pinheiro.
Veja a entrevista: